sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Obesidade Infantil Tem Jeito? Tem!


O número de crianças com obesidade ou sobrepeso vem aumentando muito nas últimas décadas. A porcentagem de meninos de 5 a 9 anos com obesidade passou de 4,1% em 1989 para 16,6% em 2008-2009 (POF, 2010). Essa situação é bastante preocupante, pois a obesidade leva ao desenvolvimento de outras doenças como colesterol alto, diabetes, hipertensão, problemas no fígado. Para evitarmos que haja esse tipo de complicações, o melhor é reduzir a porcentagem de gordura corporal o quanto antes.

Hoje em dias por conta da violência, das novas tecnologias, da falta de tempo para preparar e se fazer refeições em família, as crianças se exercitam cada vez menos, e tornam-se sedentárias. Também houve a redução do tempo de aleitamento materno, o que é um fator protetivo ao desenvolvimento de sobrepeso e obesidade, como sugerem inúmeros estudos. A introdução da alimentação complementar, após os 6 meses, também tem bastante influência no peso que a criança terá no futuro, é nessa fase que se constroe o paladar e os hábitos alimentares da criança; além dos tipos dos alimentos oferecidos nessa fase tem sido estudo também como a participação do bebê nesse processo pode influenciar na formação de hábitos saudáveis. Estudos recentes tem mostrado que bebês que se alimentam sozinhos (Baby Led Weaning) tem menor chance de apresentar excesso de peso quando maiores.
Agregado à todos os fatores que aumentam a chance de a criança ter obesidade, temos o alto consumo de alimentos ultraprocessados, industrializados, pois serem mais práticos e terem um grande apelo tanto pelo sabor quanto pelas propagandas. Porém, a maioria deles é rica em açúcar, gorduras que são os principais responsáveis pelo excesso de peso nas crianças. Um dos jeitos de melhorar a qualidade da comida sem perder a praticidade é ler os rótulos dos alimentos antes de comprá-los, evitando os que trazem açúcares e/ou gorduras como uns dos primeiros na lista de ingredientes.
O processo de emagrecimento das crianças acompanhado por uma nutricionista e com técnicas de coaching infantil trazem resultados mais rápidos e de uma maneira mais saudável. Além disso, por ser um processo em que a criança escolhe os passos que quer seguir, levando em consideração seus valores e vontades que aumenta a auto responsabilidade pelo processo e menor chance de não realizar as ações necessárias. Por ser um processo em conjunto, normalmente, os resultados obtidos são mantidos. Eu posso ajudar nesse processo. 

Quer saber mais? Me envie uma mensagem!
Somos um todo! Equilibre-se. :)

Para saber mais: 

POF: http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv50063.pdf

Aleitamento materno: http://scielo.iec.pa.gov.br/pdf/ess/v25n1/Amamentacao1.pdf

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